Sabia que… a 4 de novembro se assinala o Dia do Senso Comum?

Todos os dias assistimos a falhas completas do senso comum, exemplos estúpidos e que podem ocorrer quando alguém simplesmente … se recusa a pensar.

O senso comum é um tipo de conhecimento que se acumula no nosso quotidiano. No senso comum, não há análise profunda e sim uma espontaneidade de acções.

Segundo Ezequiel Ander-Egg, o conhecimento popular tem cinco características principais:

  • Superficial, por contentar-se com as aparências;
  • Sensitivo, por estar intimamente ligado à percepção;
  • Subjetivo, por se tratar de vivências e experiências;
  • Assistemático, por não procurar uma sistematização;
  • Acrítico, por se referir a um conhecimento que nem sempre busca uma devida reflexão sobre suas acções.

Existem pessoas que confundem senso comum com crenças, embora sejam coisas bem diferentes. Senso comum é aquilo que aprendemos em nosso dia a dia e que não precisamos aprofundar para obter resultados, como por exemplo: uma pessoa vai atravessar uma passadeira e olha para os dois lados, mas não precisa calcular a velocidade média, a distância, ou o atrito que o carro exerce sobre o solo. Simplesmente olha e decide se dá para atravessar ou se deve esperar. Também fazem parte do senso comum os conselhos e ditos populares que são tidos como verdades e absolutas e, como tal, seguidos pelo povo. Por exemplo: “deve-se cortar o cabelo na lua crescente para que cresçam mais rápido”.

 

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