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Dia Internacional da Prostituta

022 de junho – Dia Internacional da Prostituta

A origem do dia internacional da prostituta remonta a 2 de junho de 1975, quando mais de cem mulheres ocuparam a igreja de Saint-Nizier, em Lyon, França, em protesto contra a repressão sofrida na altura.

Este dia surge com o objetivo de denunciar a discriminação e a exploração das prostitutas a nível mundial.

A multidados.com quis saber a opinião dos portugueses também sobre este tema.

A questão principal que se coloca é a oposição ou aceitação da população relativamente ao tema, sendo 52,5% contra a prostituição. Apenas 1% (homens) dos inquiridos considera uma atividade bem vista pela sociedade. Também para a maioria (98%) é indiferente ser praticada por homens ou por mulheres.

O principal motivo apontado pelos inquiridos para determina pessoa se prostituir é a falta de dinheiro (63,8%)  mas também é apontado o facilitismo de uma vida sem esforço (22,1%).

Uma das questões mais controversas é a motivação para alguém se dedicar a este tipo de atividade.
89,9% pensam ser por necessidade enquanto os restantes 10,4% (5,9% são do sexo feminino) afirmam ser também por gosto.

Numa escala de 0 a 10, onde 0 significa nenhum risco e 10 risco muito elevado, foi apontando o valor médio de 9,09 no risco de exercer uma profissão deste tipo. Os principais tipos de risco indicados são a toxicodependência, doenças sexualmente transmissíveis e a violência.

O que leva as pessoas a recorrer a estes serviços é outra das questões que dividiu a opinião dos portugueses. 36,5% aponta a carência sexual, 26,4% apenas o prazer, 21,6% aponta a carência afetiva como motivo e 11,5% pensam se dever à não responsabilidade de ter um relacionamento afetivo.

Quem vai…

A maioria (94,6%) afirma nunca ter recorrido a estes serviços. E 85,1% dizem não ser capaz de recorrer.

Relativamente aos seus parceiros, a maioria acredita que estes nunca tiveram nem recorreram a estes serviços (62,4%). Já 0,5% (mulheres) assumem saber que os seus parceiros recorrem a este serviço.

Apenas 5,4% assumem ter recorrido a este serviço. E à questão “o que o levou a recorrer a este serviço” os inquiridos afirmam que o prazer (2,9%) e a carência sexual (9,1%). Já, o modo de recorrer a estes serviços faz-se habitualmente na rua (3,46%) e anúncios de jornal (2,3%).

Por fim, relativamente à segurança em recorrer a este tipo de serviços, as opiniões dividem-se bastante. No entanto, 2,9% diz sentir-se seguro ao fazê-lo.

Dia Internacional da Prostituta

 

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